Minhas lembranças do CPII (1988 - 1998) 0001
(Contos, Casos e Crônicas)
Apresentação das personagens das minhas crônicas
Além de alguns professores emblemáticos e do mais elevado grau de importância ao colégio e para as vidas se forjando ali – só me aterei a detalhes de suas características, resguardando suas identidades. Com o verdadeiro intento de HOMENAGEÁ-LOS neste ou em outro mundo - Obrigado Mestres!
Há também, os amigos – parte fundamental dessa história - sem os quais esse livro não seria possível e por ser benquisto por todos no colégio, ter me tornado um aluno conhecido por todos os demais alunos, professores e diretores. Marcamos uma época neste colégio – do qual me orgulho muito - mas nós alunos, professores, funcionários e diretores passamos e o colégio, com suas lendas, permanecerá independentemente deste texto, no imaginário das pessoas enquanto pulsar esse segundo coração apelidado de CPII.
Nunca fui bom em matemática. Fato.
Afinal, isto que está em suas mãos é um texto e não cálculos de engenharia! He he...
É até fácil para mim e, acredito que para muitos, fechar os olhos e visualizar perfeitamente, aquele senhor baixo, de óculos e blazer antigo e surrado, de voz mansa e adentrando a sala com apenas uma caneta. Sim, uma caneta, enquanto todos os outros professores com quilos e quilos de pastas. Ele, não! Havia quem dissesse que a velhice já o atrapalhava, mas... até hoje não vi outro cara que soubesse mais que ele na ciência dos números. É bem verdade que, durante suas provas ele tinha uma técnica peculiar de controlar a cola: dormia. Contarei detalhadamente mais à frente. E, este mesmo professor foi um dos pilares para a elucidação de um segredo.
E dia ia, dia vinha e, aquele fusca verde claro...
A mesma disciplina nos reservaria outras surpresas, já que só havia... digamos... professores, um tanto quanto, excêntricos.
Uma professora querida de música, mas que sua principal partitura era... literalmente o“chorinho”. Um outro professor brilhante, que por sua causa e seu método de ensino através de desenhos, figuras e gráficos, além da admiração como professor, passei a gostar de biologia, mas que alguns anos depois com uma professora – ou que achava ser – minha admiração pela disciplina acabara abruptamente – que diga o “detesodorante”, não é, Flavinho?!
Monstros sagrados de humanidade e caráter, de aulas espetaculares que as levarei comigo na lembrança para sempre como, “O Cara” da Geografia. Que aula! Que parceiro para todas as horas, os meus mais sinceros agradecimentos L.D. Alguns professores de Português, que a princípio não me compreendiam, mas que depois me estimularam de forma avassaladora à criatividade de meus textos e eis que aqui estou.
Obrigado Mestres por acreditarem naquele aluno que viajava em histórias insólitas, mas com potencial para alguma coisa nessa vida. E, por último… saudades, meu diretor! Não grafadas em letras tipo bastão, mas em Times New Roman - Novos tempos! Também aprendi muito com sua organização e minha caligrafia que é elogiada por onde passo, ou melhor, escrevo! Um ENORME abraço!
Aos amigos, um capítulo a parte não seria um exagero. Escritores renomados que passaram pelas salas do CPII já externaram o sentimento de orgulho, gratidão e saudade. Já os que não passaram, nos invejam – no bom sentido.
O que ele tem de diferente?!
A própria palavra DIFERENTE!
Amigos, amigos, amigos... Amizades que perduram são raras e eu posso dizer que pertenço a este seleto grupo que nutre essas raridades. Graças a Deus!
Espero que eles possam curtir ou, em alguns casos possam me perdoar, mas que, fundamentalmente, revivam os melhores momentos de nossas vidas, sintam-se homenageados, pois sem eles, eu nada seria.
Não me esqueço de nenhum deles, entretanto para esta sequência de crônicas em questão, apenas alguns serão citados, através de pseudônimos, ou não, resguardando suas identidades, já que cada um seguiu a sua real história. Todos, de alguma forma, aparecerão nessas linhas. TODOS!
Pinto,
Mais que um amigo, um irmão. Cara de personalidade forte – uma maaarra! - e de um coração ENORME, maior que sua cabeça! rs. E, como tal, um dos cabeças da nossa irmandade. Para variar, não era lá um nerd. Ele sabia se virar, às vezes falhava, né?! E aí... entrava a força da amizade (justiça: em Matemática ele era bonzinho!), sim, dávamos nosso jeito para que nenhum de nós naufragasse e, principalmente para nos mantermos juntos. É bem verdade que para conseguirmos abraçá-lo, íamos para a quadra no recreio para jogar o famoso balizabol (Modalidade esportiva tradicional do CPII jogado em duplas, por vezes trios posicionados como num jogo de Vôlei, ao invés de uma rede separando os times... Havia a trave e valia condução! Ah!! A bolinha era, geralmente, feita de papel) e só quando estávamos em 20 colegas de mãos dadas formando uma grande roda, quando um gritava: “-Vamos dar um abraço no Pinto!!” - Ele ficava pra morrer!! Cismava que era jogador, com aquelas perninhas arqueadas! Vascaíno – quase doente. Até que jogava direitinho – não mais que eu! He he he.
Irmão... Sei que você vai querer me matar!! Mas… te amo!
Muitos outros predicados lhe caberiam, mas seria necessário mais um livro. Um cara muito especial, um irmão que amo de coração!!
Pepe,
Um cara singular. Não existe no mundo alguém mais generoso e preocupado com os amigos do que ele. Sempre foi pau para toda obra. Cara articulado, muito político, mesmo com aquela enorme mochila redley-packs, quase um caramujo – desenrolava, abria todos os contatos – cabiam umas duas mochilas dentro dessa. Cara especial, que NUNCA se omitia. Eu e ele tínhamos no humor a nossa maior sintonia, mesmo ele, Fla e eu, Flu – conseguíamos falar a mesma língua! Corrigindo... Até hoje! he he...
Ele é merecedor de tudo de bom que a vida pode lhe proporcionar, já que como aluno... suou muito! rs... E sempre estava presente aos shows especiais de “Tony Garcia” e “Steve B” no Méier em frente à antiga Mesbla! Bons tempos. Que saudade! Moras no meu coração, irmão!
Gema,
Um cara sensacional. Chegou em dose dupla e de pára-quedas. Soou estranho?! Mas é que foi quase isso! No meio de uma prova de Francês, o inspetor bate à porta, pede licença à professora e adentram a sala dois moleques IGUAIS e... logo algum engraçadinho gritou: - Ih... É gema!!! E ficou!! Inteligente, sagaz, mas leeeento! (no bom sentido!) Ótimo humor! Não preciso nem dizer, sempre um PARCEIRÃO, AMIGAÇO! Igualmente difícil de achar alguém com seu caráter, amigo e desde essa época, um desportista. Chegou a caminhar do Encantado a Tijuca (Contarei mais a frente essa proeza!!) – um atleta! Pena não ter participado do desfecho do segredo, já que se transferiu de unidade. Mas... Gema, o Egon sempre ganhou do Bob Nelson!! he he. Sabe que somos quase trigêmeos!! Amor do tamanho do universo!! He he
Guiga,
O mais louco da galera. Kamikaze! Mas consciente de tudo a sua volta. Um mestre do disfarce. Protagonizou várias histórias comigo de ressurgimento das cinzas. Seu pai que o diga – Bons tempos. Sem falar, que era o mais medroso. Ele falava que era tudo calculado. E, por conta desta peculiaridade, quase nos quebra as pernas, mas sobrevivemos sem nenhum ressentimento, pois nada abalava nossa amizade. Até pensamos em jogá-lo do terceiro andar, mas passou! rs. Um cara de coração enorme, parceiro, sempre envolvido com vários esquemas (sempre tinha uma “situaçãozinha”) e como aluno, também ralou muito – Saudade daquelas peladas em sua casa!! Também te amo, cara!!!
Sander e Marcel,
Merecem a lembrança por serem parceiros nas horas boas e ruins. Figuraças! Infelizmente, não estavam no momento de elucidação dos segredos. Mas, aqui fica a lembrança do amigo. Saudades.
Winston,
Cara à moda antiga! Não tinha tempo ruim para esse moleque! Topava todas. Algumas vezes até se sacrificando em prol da galera. Cara muito 10!! Apesar de não ter participado diretamente da elucidação, mas sua contribuição teve muita importância! Coragem pura! Mestre na dissimulação e transitava em vários setores com desenvoltura conseguindo alianças e ferramentas importantes para o grupo. Um amigo especial. Wiiinssstooooonn!!!!! Só para não perder o hábito! He he
As meninas, Ah as meninas! Não citarei nomes, pois só ficaram sabendo, muito tempo depois e, inclusive, algumas só saberão de posse deste livro. Mas as agradeço pela cumplicidade, parceria, amizade. Todas minhas amigas tiveram muita importância em todo o processo culminando neste livro, ou livros. Obrigado Rê, Ri e Lu; Mar, Mô e Cla; Ari, Ta e Tha; Mi… Saudades! Beijos!
A todos os demais amigos que, de certa forma, participaram, sintam-se acarinhados também. Saudades de todos!
E... Eu,
Sei que ao longo dessa louca aventura vocês conhecerão mais um pouquinho da minha história. Mas, posso adiantar alguma coisa.
Nunca imaginei entrar neste colégio, mesmo porque, quando eu estava começando a me adaptar ao colégio anterior (Instituto Relvas - grande importância na minha história e com amigos até hoje)... fiquei sabendo que teria que sair. Já tinha bons amigos lá. Relutei em vão. E, hoje, afirmo com todas as palavras que...
Não seria o que sou hoje sem o Pedro II na minha vida!!
Sempre fui muito tímido - a princípio - o que me atrapalhava inicialmente na conquista de território, principalmente naquele cenário. Comecei pelo básico... o futebol, claro! Uma das mais eficazes ferramentas socializadoras que conheço. Tanto nas aulas de Ed Física, quanto nas peladas, ora na quadra, ora na calçada da Igreja (lembro que a Unidade em questão é a de Engenho Novo). Deu certo! Em pouco tempo já estava enturmado. Bendita pelada!!
E então, a partir daí começou tudo! As fortes amizades nasceram ali, dentre apelidos, festas, algum estudo, muita bagunça (Obs: Por favor, senhoras e senhores não tentem reproduzir isso em casa, muito menos no colégio – minha mãe pediu para incluir esta observação) e, consequentemente, muita história – Graças a Deus!
Questionador por natureza, senso crítico aguçado, já desde essa época, sonhador, tentava dar um tranco na inteligência (he he he) e um quase Indiana Jones, sempre gostei muito de desvendar mistérios, caçar informações, pistas que a história nos brinda.
E de tímido a amigo de todos, razoavelmente benquisto pelos colegas e professores - salvo apenas um ou dois (quem quiser saber me mande um e-mail que respondo), diretores, a tal ponto que me conheciam sem que eu os conhecesse. Fama por qual motivo?! Não sei! Talvez pelos anos iniciais da galera. Ou mesmo o futebol... Não sei!
E como descobri coisas sobre esse colégio! Haja material! Parece até ficção! Ou não!
Eis aqui um pouquinho das memórias deste escriba!
Aguardem cenas dos próximos capítulos!!! he he he
Carlos Montalvão
(Contos, Casos e Crônicas)
Apresentação das personagens das minhas crônicas
Além de alguns professores emblemáticos e do mais elevado grau de importância ao colégio e para as vidas se forjando ali – só me aterei a detalhes de suas características, resguardando suas identidades. Com o verdadeiro intento de HOMENAGEÁ-LOS neste ou em outro mundo - Obrigado Mestres!
Há também, os amigos – parte fundamental dessa história - sem os quais esse livro não seria possível e por ser benquisto por todos no colégio, ter me tornado um aluno conhecido por todos os demais alunos, professores e diretores. Marcamos uma época neste colégio – do qual me orgulho muito - mas nós alunos, professores, funcionários e diretores passamos e o colégio, com suas lendas, permanecerá independentemente deste texto, no imaginário das pessoas enquanto pulsar esse segundo coração apelidado de CPII.
Nunca fui bom em matemática. Fato.
Afinal, isto que está em suas mãos é um texto e não cálculos de engenharia! He he...
É até fácil para mim e, acredito que para muitos, fechar os olhos e visualizar perfeitamente, aquele senhor baixo, de óculos e blazer antigo e surrado, de voz mansa e adentrando a sala com apenas uma caneta. Sim, uma caneta, enquanto todos os outros professores com quilos e quilos de pastas. Ele, não! Havia quem dissesse que a velhice já o atrapalhava, mas... até hoje não vi outro cara que soubesse mais que ele na ciência dos números. É bem verdade que, durante suas provas ele tinha uma técnica peculiar de controlar a cola: dormia. Contarei detalhadamente mais à frente. E, este mesmo professor foi um dos pilares para a elucidação de um segredo.
E dia ia, dia vinha e, aquele fusca verde claro...
A mesma disciplina nos reservaria outras surpresas, já que só havia... digamos... professores, um tanto quanto, excêntricos.
Uma professora querida de música, mas que sua principal partitura era... literalmente o“chorinho”. Um outro professor brilhante, que por sua causa e seu método de ensino através de desenhos, figuras e gráficos, além da admiração como professor, passei a gostar de biologia, mas que alguns anos depois com uma professora – ou que achava ser – minha admiração pela disciplina acabara abruptamente – que diga o “detesodorante”, não é, Flavinho?!
Monstros sagrados de humanidade e caráter, de aulas espetaculares que as levarei comigo na lembrança para sempre como, “O Cara” da Geografia. Que aula! Que parceiro para todas as horas, os meus mais sinceros agradecimentos L.D. Alguns professores de Português, que a princípio não me compreendiam, mas que depois me estimularam de forma avassaladora à criatividade de meus textos e eis que aqui estou.
Obrigado Mestres por acreditarem naquele aluno que viajava em histórias insólitas, mas com potencial para alguma coisa nessa vida. E, por último… saudades, meu diretor! Não grafadas em letras tipo bastão, mas em Times New Roman - Novos tempos! Também aprendi muito com sua organização e minha caligrafia que é elogiada por onde passo, ou melhor, escrevo! Um ENORME abraço!
Aos amigos, um capítulo a parte não seria um exagero. Escritores renomados que passaram pelas salas do CPII já externaram o sentimento de orgulho, gratidão e saudade. Já os que não passaram, nos invejam – no bom sentido.
O que ele tem de diferente?!
A própria palavra DIFERENTE!
Amigos, amigos, amigos... Amizades que perduram são raras e eu posso dizer que pertenço a este seleto grupo que nutre essas raridades. Graças a Deus!
Espero que eles possam curtir ou, em alguns casos possam me perdoar, mas que, fundamentalmente, revivam os melhores momentos de nossas vidas, sintam-se homenageados, pois sem eles, eu nada seria.
Não me esqueço de nenhum deles, entretanto para esta sequência de crônicas em questão, apenas alguns serão citados, através de pseudônimos, ou não, resguardando suas identidades, já que cada um seguiu a sua real história. Todos, de alguma forma, aparecerão nessas linhas. TODOS!
Pinto,
Mais que um amigo, um irmão. Cara de personalidade forte – uma maaarra! - e de um coração ENORME, maior que sua cabeça! rs. E, como tal, um dos cabeças da nossa irmandade. Para variar, não era lá um nerd. Ele sabia se virar, às vezes falhava, né?! E aí... entrava a força da amizade (justiça: em Matemática ele era bonzinho!), sim, dávamos nosso jeito para que nenhum de nós naufragasse e, principalmente para nos mantermos juntos. É bem verdade que para conseguirmos abraçá-lo, íamos para a quadra no recreio para jogar o famoso balizabol (Modalidade esportiva tradicional do CPII jogado em duplas, por vezes trios posicionados como num jogo de Vôlei, ao invés de uma rede separando os times... Havia a trave e valia condução! Ah!! A bolinha era, geralmente, feita de papel) e só quando estávamos em 20 colegas de mãos dadas formando uma grande roda, quando um gritava: “-Vamos dar um abraço no Pinto!!” - Ele ficava pra morrer!! Cismava que era jogador, com aquelas perninhas arqueadas! Vascaíno – quase doente. Até que jogava direitinho – não mais que eu! He he he.
Irmão... Sei que você vai querer me matar!! Mas… te amo!
Muitos outros predicados lhe caberiam, mas seria necessário mais um livro. Um cara muito especial, um irmão que amo de coração!!
Pepe,
Um cara singular. Não existe no mundo alguém mais generoso e preocupado com os amigos do que ele. Sempre foi pau para toda obra. Cara articulado, muito político, mesmo com aquela enorme mochila redley-packs, quase um caramujo – desenrolava, abria todos os contatos – cabiam umas duas mochilas dentro dessa. Cara especial, que NUNCA se omitia. Eu e ele tínhamos no humor a nossa maior sintonia, mesmo ele, Fla e eu, Flu – conseguíamos falar a mesma língua! Corrigindo... Até hoje! he he...
Ele é merecedor de tudo de bom que a vida pode lhe proporcionar, já que como aluno... suou muito! rs... E sempre estava presente aos shows especiais de “Tony Garcia” e “Steve B” no Méier em frente à antiga Mesbla! Bons tempos. Que saudade! Moras no meu coração, irmão!
Gema,
Um cara sensacional. Chegou em dose dupla e de pára-quedas. Soou estranho?! Mas é que foi quase isso! No meio de uma prova de Francês, o inspetor bate à porta, pede licença à professora e adentram a sala dois moleques IGUAIS e... logo algum engraçadinho gritou: - Ih... É gema!!! E ficou!! Inteligente, sagaz, mas leeeento! (no bom sentido!) Ótimo humor! Não preciso nem dizer, sempre um PARCEIRÃO, AMIGAÇO! Igualmente difícil de achar alguém com seu caráter, amigo e desde essa época, um desportista. Chegou a caminhar do Encantado a Tijuca (Contarei mais a frente essa proeza!!) – um atleta! Pena não ter participado do desfecho do segredo, já que se transferiu de unidade. Mas... Gema, o Egon sempre ganhou do Bob Nelson!! he he. Sabe que somos quase trigêmeos!! Amor do tamanho do universo!! He he
Guiga,
O mais louco da galera. Kamikaze! Mas consciente de tudo a sua volta. Um mestre do disfarce. Protagonizou várias histórias comigo de ressurgimento das cinzas. Seu pai que o diga – Bons tempos. Sem falar, que era o mais medroso. Ele falava que era tudo calculado. E, por conta desta peculiaridade, quase nos quebra as pernas, mas sobrevivemos sem nenhum ressentimento, pois nada abalava nossa amizade. Até pensamos em jogá-lo do terceiro andar, mas passou! rs. Um cara de coração enorme, parceiro, sempre envolvido com vários esquemas (sempre tinha uma “situaçãozinha”) e como aluno, também ralou muito – Saudade daquelas peladas em sua casa!! Também te amo, cara!!!
Sander e Marcel,
Merecem a lembrança por serem parceiros nas horas boas e ruins. Figuraças! Infelizmente, não estavam no momento de elucidação dos segredos. Mas, aqui fica a lembrança do amigo. Saudades.
Winston,
Cara à moda antiga! Não tinha tempo ruim para esse moleque! Topava todas. Algumas vezes até se sacrificando em prol da galera. Cara muito 10!! Apesar de não ter participado diretamente da elucidação, mas sua contribuição teve muita importância! Coragem pura! Mestre na dissimulação e transitava em vários setores com desenvoltura conseguindo alianças e ferramentas importantes para o grupo. Um amigo especial. Wiiinssstooooonn!!!!! Só para não perder o hábito! He he
As meninas, Ah as meninas! Não citarei nomes, pois só ficaram sabendo, muito tempo depois e, inclusive, algumas só saberão de posse deste livro. Mas as agradeço pela cumplicidade, parceria, amizade. Todas minhas amigas tiveram muita importância em todo o processo culminando neste livro, ou livros. Obrigado Rê, Ri e Lu; Mar, Mô e Cla; Ari, Ta e Tha; Mi… Saudades! Beijos!
A todos os demais amigos que, de certa forma, participaram, sintam-se acarinhados também. Saudades de todos!
E... Eu,
Sei que ao longo dessa louca aventura vocês conhecerão mais um pouquinho da minha história. Mas, posso adiantar alguma coisa.
Nunca imaginei entrar neste colégio, mesmo porque, quando eu estava começando a me adaptar ao colégio anterior (Instituto Relvas - grande importância na minha história e com amigos até hoje)... fiquei sabendo que teria que sair. Já tinha bons amigos lá. Relutei em vão. E, hoje, afirmo com todas as palavras que...
Não seria o que sou hoje sem o Pedro II na minha vida!!
Sempre fui muito tímido - a princípio - o que me atrapalhava inicialmente na conquista de território, principalmente naquele cenário. Comecei pelo básico... o futebol, claro! Uma das mais eficazes ferramentas socializadoras que conheço. Tanto nas aulas de Ed Física, quanto nas peladas, ora na quadra, ora na calçada da Igreja (lembro que a Unidade em questão é a de Engenho Novo). Deu certo! Em pouco tempo já estava enturmado. Bendita pelada!!
E então, a partir daí começou tudo! As fortes amizades nasceram ali, dentre apelidos, festas, algum estudo, muita bagunça (Obs: Por favor, senhoras e senhores não tentem reproduzir isso em casa, muito menos no colégio – minha mãe pediu para incluir esta observação) e, consequentemente, muita história – Graças a Deus!
Questionador por natureza, senso crítico aguçado, já desde essa época, sonhador, tentava dar um tranco na inteligência (he he he) e um quase Indiana Jones, sempre gostei muito de desvendar mistérios, caçar informações, pistas que a história nos brinda.
E de tímido a amigo de todos, razoavelmente benquisto pelos colegas e professores - salvo apenas um ou dois (quem quiser saber me mande um e-mail que respondo), diretores, a tal ponto que me conheciam sem que eu os conhecesse. Fama por qual motivo?! Não sei! Talvez pelos anos iniciais da galera. Ou mesmo o futebol... Não sei!
E como descobri coisas sobre esse colégio! Haja material! Parece até ficção! Ou não!
Eis aqui um pouquinho das memórias deste escriba!
Aguardem cenas dos próximos capítulos!!! he he he
Carlos Montalvão

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